Parte do meu trabalho

quinta-feira, 24 de março de 2016

10 Curiosidades sobre o Rappa.


01.
Em 1993, com a vinda do cantor granadino Papa Winnie ao Brasil, foi montada uma banda às pressas para acompanhar o cantor em suas apresentações. Formada por Nelson Meirelles, na época produtor do Cidade Negra e de vários programas de rádios alternativas do Rio de Janeiro; Marcelo Lobato, que havia participado da banda África Gumbe; Alexandre Menezes, o Xandão, que já havia tocado com grupos africanos na noite de Paris e Marcelo Yuka, que tocava no grupo KMD-5.
02.
Após essa série de apresentações como banda de apoio do cantor, os quatro resolveram continuar juntos e colocaram anúncio no jornal O Globo para encontrar um vocalista. Dentre extensa lista de candidatos, Marcelo Falcão foi o escolhido.

03.
A decisão sobre o nome da banda envolveu opções como "Cão-careca" e "Bate-Macumba".

04.
O nome escolhido, O Rappa, vem da designação popular dada ao ato em que policiais interceptam camelôs, o rapa. Com um p a mais para diferenciar.

05.
O álbum "O Rappa" não obteve muito sucesso e foi o único disco com a presença de Nelson Meirelles, que abandonou a banda por motivos pessoais. Com a saída de Nelson Meireles, Lauro Farias, que tocava com Yuka no KMD-5, assumiu o contrabaixo.

06.
O segundo álbum "Rappa Mundi" contou com a regravação de Vapor Barato que ficou conhecida na voz de Gal Costa e a versão nacional para o sucesso de Jimi Hendrix, Hey Joe.

07.
O terceiro álbum intitulado "Lado B Lado A" a faixa de entrada, Tribunal de Rua, narra história baseada em fato real, conhecido na mídia como "Rambo, o torturador", que foi a capa da revista Veja de 9 de abril de 1997, policial militar atuante em Diadema, São Paulo.

08.
Em 2000, O Rappa causou "comoção pública e muita indignação" entre diversas bandas no Rock in Rio que ocorreria no ano seguinte, a banda seria colocada antes de alguns americanos, e protestaram. Foram retaliados com exclusão, e 5 bandas brasileiras saíram do festival em protesto (Skank, Raimundos, Jota Quest, Cidade Negra e Charlie Brown Jr.)

09.
Marcelo Yuka deixou a banda em 2001 e fundou outro grupo, F.ur.t.o (Frente Urbana de Trabalhos Organizados), que faz parte de um projeto social homônimo, que, segundo Yuka, era algo maior do que O Rappa o possibilitava.

10.
O Rappa já teve como participação em seus discos as bandas e os cantores: Bezerra da Silva, Marcelo D2, Sepultura, Asian Dub Foundation, Zeca Pagodinho, Malena D'Alessio, Maria Rita, Siba e Edi Rock.

Fonte: Wikipédia
+ MÚSICA


Essa é a minha Banda Referência, adoro demais o som desses caras e tenho como minha raiz na música, talvez seja por isso que me amarro em tocar o som desses caras.

Obrigado pela participação e seja muito bem vindo ao mundo de Fredsan.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

CURIOSIDADE SOBRE BOATE.

Você sabia?

O termo discoteca foi inventado pelo cineasta Roger Vadim no final dos anos 40, quando começou a chamar de discothèque as boates parisienses que não tinham dinheiro para pagar shows ao vivo. Agora, a palavra é sinônimo de um tipo de dança -popularizada por John Travolta no filme "Os Embalos de Sábado a Noite" (1977)- e de casas noturnas que tocam música eletrônica.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

MÚSICA, MÚSICA, MÚSICA!

“Música é revelação”, acima de qualquer filosofia ou ciência.
Esta frase foi dita pelo fantástico e incontestável Beethoven.
“Música é Revelação!”
Complementei com “acima de qualquer filosofia ou ciência”.
Parece uma coisa simples.
Entretanto, neste contexto, numa única palavra, está inserida uma sabedoria universal: Revelação.

Quando você toca um instrumento, você se revela. É como o ato de escrever. Os traços que você determina quando escreve indicam a sua personalidade. É fácil de visualizar a escrita de quem está tenso, de quem está tranqüilo, de quem tem muito para ensinar, de quem tem muito a aprender. Com a música é a mesma coisa: revelação da alma, revelação do espírito, revelação da personalidade da pessoa. Isto é fantástico! Entretanto, todos os caminhos que levam ao conhecimento musical são confusos, não é verdade? Parece uma coisa que vai muito além da nossa compreensão. Muitas pessoas dizem por aí: - Ele tem ouvido, toca como ninguém! - Não tenho vocação para a música! - Não consigo tocar uma nota! - Acho que música não é prá mim! - Só pode ser uma coisa de Deus... - Já tentei e não cheguei em lugar algum!

Na verdade, o aprendizado musical, exatamente como está enunciado por aí, envolve muita teoria, muito conhecimento que, somado, na maioria das vezes, não causa efeito algum; não faz a pessoa se revelar. Conheço uma quantidade imensa de músicos, aliás, a grande maioria, que toca música muito bem mas nem sabe o que realmente está fazendo. Nem eu sei explicar o que acontece com estas pessoas. São focadas no aprendizado da leitura musical, desenvolveram uma habilidade incrível entre leitura, memorização e tocabilidade, que você nem percebe que de música, no verdadeiro sentido da palavra, no contexto da revelação, não tem nada. É só um processo repetitivo. A pessoa aprende a ler uma partitura, repete esta partitura infinitas vezes, e pronto. A música está feita. Mas é um processo repetitivo. Só isso! E a revelação? Onde está?

Infelizmente, apesar de estarmos vivendo no século vinte e um, ano de 2013, com os recursos impressionantes a nossa disposição, a maioria das academias, escolas, conservatórios, professores, e afins não tratam a música, ou o conhecimento musical, como realmente deveria ser. Percebo, ao conversar com os amigos, que a grande maioria das pessoas que se interessa por música se sentem frustradas por não terem tido a oportunidade de conhecê-la na sua essência. Mais uma vez: Impressionante!

Como alguém consegue adentrar o mundo da música sem se permitir conhecê-la? Música é Revelação! Através da música, como através da escrita, você determina os traços da sua personalidade. Isso é fantástico! Por quê? Através desta revelação tudo pode acontecer. Quem consegue se revelar através da música não precisa de nenhum tipo de subterfúgio para viver melhor. É uma questão de qualidade de vida. Terapias? Tratamentos? Exercícios para aliviar o stress? Que nada! Música, música, música! Esta é a real solução. Se existe uma linguagem que é entendida por Deus, com certeza ela se chama Música.

Portanto, nem as mais profundas orações, tampouco os mais complexos e perspicazes mantras, atingem o âmago da sabedoria universal, do que através da música. Deveria ser obrigatório. Sim! Assim como aprendemos a falar, deveríamos aprender a tocar, pelo menos, um instrumento. Aliás, quem conhece música pela música, toca qualquer instrumento. É uma questão, somente de coordenação. Quem “realmente” toca piano, por exemplo, aprende com extrema facilidade a tocar trompete. As notas são as mesmas. É exatamente isso o que acontece na Química, por exemplo. A Tabela Periódica dos Elementos Químicos é exatamente igual aqui, na Europa, nos Estados Unidos, em Marte, em Saturno, na Galáxia de Andrômeda. A Química é igual! É a mesma coisa! Com a música acontece o mesmo.
Não me surpreendo quando vejo pessoas que tocam vários instrumentos. O conhecimento é igual para todos. A questão é a sonoridade, o “feeling”, a identidade com o instrumento, a interpretação e, principalmente, a Revelação. Conheço bateristas, contrabaixistas que são exímios maestros. Incrível, não? Conhecem profundamente de harmonia, de melodia, e de ritmo como se tivessem estudado instrumentos que incorporam estes três elementos num único, como é o caso do piano. E olha que o trompete toca somente “melodias”, contra-baixo somente a linha base da harmonia, bateria somente o ritmo...

Música relaxa! Música faz bem! Música promove o inter-relacionamento com as pessoas! Música atrai pessoas! Música impressiona! Música é Revelação!


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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Ouvir música é um santo remédio

Antes de tudo, é importante frisar a diferença entre “ouvir música” de “escutar música”.
     “Escutar música” é algo trabalhado, que requer nossa total atenção consciente. É um momento em que nos colocamos como admiradores de uma arte, onde estamos com toda a nossa “alma” por assim dizer, absortos na contemplação e no prazer que aquela melodia nos proporciona. É algo que desejamos, nos faz bem e sempre será, incontestavelmente, um santo remédio. Já “ouvir música” pode ser comparado a uma ação mecânica, muitas vezes inconsciente, em que nosso cérebro absorve alguma música que esteja sendo tocada, sem muitas vezes nos darmos conta conscientemente disso, mas que nem por isso, não deixa de produzir efeitos, conscientes ou não, ao nosso organismo. É do “ouvir música” que este artigo aborda.
     Segundo um estudo feito nos Estados Unidos e publicado no jornal  britânico “Journal of Advanced Nursing”, ouvir música pode fazer que se reduziram dores crônicas em até 21% e depressão em até 25%. Já segundo a jornalista Paloma Oliveto, na matéria “Sons que curam”, publicada no Jornalonorte, “ a música é um fator importante para o desenvolvimento cerebral e auxilia o tratamento de diversas doenças”. Neste artigo a jornalista mostra o resultado de um estudo feito na universidade de Telavive em Israel, com crianças prematuras que ouviram “Mozart” e que engordaram e se tornaram mais fortes do que o esperado.
Como exemplos, vejamos o canto gregoriano que é um excelente remédio para a meditação silenciosa e pode reduzir o estresse. E a música erudita barroca (Bach, Handel, Vivaldi, Corelli) que também traz estabilidade, ordem, previsibilidade e segurança, criando um ambiente mentalmente estimulante para o estudo e o trabalho. 


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Performance em Palco - Dicas.

 Ser bom no que faz também é importantíssimo, saber executar com desenvoltura e naturalidade a sua voz ou instrumento é o básico para qualquer músico. Se for compositor ou arranjador, ter boas composições, assim como melodias e arranjos, que agradem o público, com letras e acordes que transmitam na sua musicalidade, a sua arte e sua melodia, sejam elas quais forem,  é a razão de existência da própria obra musical. Sem um destes elementos, não existe música como arte, como algo que agite, fascine, traga prazer ou bem estar a quem ouve.
     Ter uma identidade musical, um estilo próprio, algo que o diferencia, ou diferencia sua banda, é algo também muito importante, pois ninguém quer ver ou ouvir uma cópia de algo que elas já conhecem, e indo mais longe, ninguém quer ouvir algo que não transmita alguma arte, virtuosismo, mensagem ou musicalidade que não tenham algum elemento novo ou único. 
     Mas ainda em uma apresentação, em um show, a música é mais do que arte, é alegria e prazer.  Antes mesmo de toda teoria musical, de toda composição, de toda identidade musical que possa existir, por mais bem construídos, por mais nobres que estes sejam, se quem a toca, no momento e no calor do “quando está tocando”, não é capaz de refletir o que a sua música, como elemento de musicalidade, alegria e arte, tem a dizer, então, pouco valor estes fatores citados acima, não será muito diferente de simplesmente ouvi-la como playback.
     É no palco, em um show, que realmente temos a oportunidade de sentir na alma tudo que a música tem a nos mostrar, e para isso ser possível, a performance em palco do músico é um fator essencial. Cabe a ele ser o primeiro a vibrar, irradiar a arte, alegria e musicalidade naquilo que ele toca. E é importante dizer que isto é algo impossível de se chegar se o músico não se soltar, se ele não for capaz de se sentir seguro no palco, com o público, consigo mesmo, se ele não tiver liberdade para interagir com os outros músicos, improvisar, sentir aquilo que está tocando e conseguir botar pra fora o que sente. É preciso extravasar, superar a timidez, quebrar padrões. E todo músico, por mais ou menos tímido que seja, quando em um estúdio com outros músicos e com plateia ou mesmo sozinho no seu quarto, quando está absorvido no que está executando, quando está mergulhado com todo sentimento no que faz, não conhece o que seja timidez. O prazer, a arte e a musicalidade falam muito mais alto.
E no palco, conseguir tocar com esta liberdade, desenvoltura e entrega é ter respeito com seu público, amor ao que se faz e prazer em estar fazendo aquilo que gosta. Tendo estes fatores, no palco, o resto é consequência.

Flauta Doce x Flauta Transversal

A flauta é um dos instrumentos musicais mais antigos do mundo e um dos mais importantes e usados ao longo do tempo. Em períodos anteriores a idade média era, junto com a harpa, os principais instrumentos de manifestação artístico e cultural dos povos e das culturas antigas. Foi também um dos instrumentos mais usados na idade média, assim como a viola, o alaúde e o pandeiro, sendo um dos principais instrumentos de manifestação artístico-cultural daquele período, como por exemplo, no “trovadorismo”, em que as “trovas” eram ditas ou cantadas acompanhadas pela flauta. Foi bastante usada também na música erudita em geral, e mais enfaticamente no período chamado “barroco tardio”, também conhecido como neoclassicismo, onde existem composições de execução exclusiva para flauta de Bach, Vivaldi, entre outros. É atualmente um instrumento muito visto em orquestras e, não só nas orquestras, mas também tem sido empregada em outros estilos diferentes dos clássicos, como o jazz e o rock.
     A flauta produz um som característico melodioso, agradável e confortante. É um instrumento musical barato e extremamente fácil de aprender a tocar. Para quem nunca tocou um instrumento musical a flauta é com certeza uma ótima porta de entrada para o mundo da música. Entre os tipos de flautas mais conhecidos existem a chamada flauta “doce” ou de bico, a flauta transversal, flauta soprano, flauta alto, flauta baixo, flautim, entre outros.
No mercado instrumental, podemos dividir as flautas em dois tipos:
Flauta Doce: É executada apontando a flauta para frente e soprando o ar pela sua ponta inferior. É a flauta mais popular de todas. Tem um modelo de construção bastante simples, sendo um ótimo tipo de flauta para se começar a estudar e praticar. Uma boa flauta para iniciar os estudos é a flauta soprano (sua afinação começa com o dó e sobe até duas oitavas), por ser a mais comum e mais simples de aprender.
Flauta Transversal: É executada segurando a flauta para o lado e soprando o ar pela lateral da flauta. Nasceu de um aperfeiçoamento do flautista e pesquisador de instrumentos “Theobald Boehm”, no final do século XIX. É geralmente fabricada em metal, mas originalmente era feita de madeira. Apesar de ser um modelo mais avançado que a flauta doce comum, é perfeitamente possível se iniciar os estudos de flauta com a flauta transversal.


domingo, 21 de fevereiro de 2016

BLOG DO FREDSAN - Informações, Curiosidade e muito mais.


Como não deixar a peteca cair com composição musical

Este post foi escrito por Dave Kusek, fundador da New Artist Model, uma escola de negócios de música online para músicos independentes, performers, produtores, empresários e compositores. Ele também é o fundador da Berklee Online, co-autor do livro “The Future of Music” (o futuro da música) e membro da equipe que lançou a mídia midi.]
Composição musical pode ser uma coisa muito recompensadora. A sensação que dá ao ouvir alguém cantarolar uma música sua é sem igual. Entretanto, o lado ruim disso é que pode ser desencorajador se suas músicas não ganham a atenção que você acha que elas merecem, ou quando sua carreira não cresce do jeito que você gostaria. Esse tipo de empecilho pode ser desestimulante para sua criatividade, mas há algumas coisas que você pode fazer para manter o ensejo e transformar essa negatividade em progresso.
Se você quiser ainda mais dicas de como compor melhor, vocẽ pode se inscrever para fazer aulas por vídeo de graça aqui. Você aprenderá dicas e técnicas simples para levar sua habilidade para frente, além de estratégias de negócios para começar a juntar mais fãs.

Não leve para o lado pessoal

Às vezes uma música que você amava de paixão não faz tanto barulho quanto você achou que faria. Talvez ela seja sobre algum grande momento da sua vida, uma conecção muito forte que sentiu com alguém ou um relacionamento. Para você, essa música significa muito, mas algumas outras pessoas podem não se identificar com ela, e tudo bem.
O segredo é não se apegar demais. Não considere uma ofensa pessoal se as pessoas não gostaram da sua música. Não é porque elas desgostam de você ou porque a música é ruim. Na maioria das vezes, é só porque elas não sentiram a emoção que você tenta descrever na sua música – e não existe uma conexão.
Em vez disso, trate esse acontecimento como um aprendizado e use-o como uma oportunidade para melhorar suas técnicas de composição. Pense em como você conseguiria passar essa mesma emoção de uma maneira que as pessoas conseguissem sentir. Se você nunca perdeu mãe ou pai, não conseguirá se condoer com uma música sobre esse tema. Mas a perda é algo que todos já sentiram, então se você tornar a música um pouco mais genérica, talvez consiga entrar em contato com uma audiência mais ampla.
Dito isso, não se sinta obrigado a mudar suas canções para ganhar mais fãs ou mais atenção. Composição deve ser sempre algo pessoal. Mas lembre-se sempre que toda música é uma conversa. Você transmite seus pensamentos e emoções e sua plateia os coloca num contexto pessoal, da sua própria vida.

Estipule metas para si mesmo

Composição é um processo inerentemente criativo e o resultado disso é que tendemos esperar a inspiração para escrever e levar nossa carreira adiante. A inspiração aleatória tem um grande papel na composição, sim, mas você deveria tentar estabelecer algum tipo de estrutura, e metas são um ótimo jeito de continuar progredindo.
Tente estabelecer uma meta de quantas canções você vai compor por semana. Alguns músicos se desafiaram a escrever uma música por dia por uma semana, enquanto outros vão separar uma hora por dia para escrever, estejam eles inspirados ou não. Colocar-se nesse tipo de horário é bom para derrubar o mito da falta de inspiração. Depois de um tempo, você será capaz de acessar sua inspiração a qualquer momento.
Você também deveria estabelecer metas para a sua carreira. Tente ter uma ideia de onde você quer que sua composição te leve. Você quer escrever para outros artistas e passar a maior parte da sua carreira nos bastidores? Ou quer tocar suas músicas direto para seus fãs? Ou você quer manter a composição como um hobby pessoal?
Dependendo de onde você se ver no futuro, há passos que você pode tomar para se aproximar mais dessa meta. Se você quer escrever para outras pessoas, pratique fazer músicas de diferentes assuntos em gêneros diversos. Se você quer estar no palco, deveria estar procurando músicos com quem se apresentar.
É claro que há muitos outros jeitos de aprimorar sua habilidade de composição, e eu compartilho muitos deles nessa série de vídeos. Você vai aprender como levar suas letras e melodias adiante, como proteger suas composições e como ganhar mais fãs.
Se você está pronto para ir para o próximo passo na composição, dê uma olhada nesse curso Songwriters Kickstart. Como você pode ver, composição é escrever ótimas músicas e compartilhá-las com o mundo, então o programa Songwriters Kickstart vai te ensinar tanto a compor melhor como táticas de mercado para disseminar mais seu produto e te fazer se sentir um compositor dos bons.

Mantenha seus fãs interessados na sua música… com fotos

Mantenha seus fãs interessados na sua música… com fotos!

A Host Baby acabou de criar um jeito fácil para você mostrar suas fotos do Instagram no site da sua banda.
Isso me fez pensar sobre todos os tipos diferentes de fotos que as bandas estão compartilhando com seus fãs (no Instagram e em outros lugares).
Fotos são muito importantes online (o que tenho certeza, não foi uma grande novidade para você. Elas mostram um monte de informação e de sentimento em um pequeno espaço de tempo. Então, elas são uma das melhores ferramentas que você tem para fazer com que as pessoas se interessem por seu mundo (e sua música), e provavelmente é a melhor ferramenta além da música para MANTER os fãs interessados.
Quando alguém curte a sua música, eles querem conhecer mais os diferentes aspectos da sua vida criativa. Então dê isso a eles.

Aqui vão alguns tipos de foto que você pode compartilhar com seus fãs:

  1. fotos suas se apresentando ao vivo (ou de uma outra banda)
  2. fotos para a imprensa
  3. fotos de vocês fazendo a checagem de som, nos bastidores ou o nome da sua banda na frente da casa de shows antes do show
  4. capa de álbuns
  5. pôsteres de shows
  6. “pornô dos instrumentos” (fotos dos seus instrumentos, microfone, etc.)
  7. cenas do tour (um pôr do sol, uma comida bacana, etc.)
  8. fotos de bastidores (sua banda trabalhando até de madrugada, a produção de um clipe, etc.)
  9. screenshots do seus clipes (com links que levam até o seu site ou o YouTube)
  10. fotos de fãs e da multidão (fotos que você tira deles, e fotos que eles tiram de vocês)
  11. fotos de sua banda na gravação
  12. novos produtos de merchandising
  13. uma foto sua mandando ver em um Big Mac na van
  14. um zoom assustador de você lambendo os envelopes antes de mandar para imprensa
  15. fotos no estúdio quando você for gravar uma entrevista em uma rádio ou TV
  16. screenshot do seu website (quando saído do forno)
  17. foto de uma review positiva em um blog ou na imprensa
  18. logos da sua banda
  19. uma foto de uma lista dos top 20 de uma rádio com sua música grifada em amarelo
  20. algo que capture o mundano, a burocracia, a rotina e um pouco da chatice do que você está fazendo
Você sacou né? QUALQUER coisa que tenha a ver com a sua música, tire uma foto!
Você não precisa postar algo sempre, mas você sempre terá opções. Vá nas fotos do seu celular e veja se não tem algo interessante, divertido, misterioso ou louco – compartilhe!
E agora quando você postar uma foto no Instagram ela vai aparecer automaticamente na sua HostBaby.

Dicas do Fredsan

Proteja seu instrumento em voos

Entrar num avião com seu violão é uma coisa assustadora.
Quem lembra da música “United Breaks Guitars?”, que um colega artista fez quando a companhia aérea quebrou o seu violão. Bom, eu estou aqui para testemunhar — nada mudou: eles continuam quebrando!
Eu peguei um voo recentemente com meu violão, na mesma United. Meu instrumento é um Taylor (assim como na música), e chegou ao destino com uma bela rechadura no corpo (como você pode ver na foto à esquerda).
Eu tentei levar o violão como bagagem de mão (empacotado no case feito para ele, com um umidificador), mas infelizmente era um desses aviõezinhos minúsculos, que mal têm lugar para guardar a blusa. Então foi para o temido compartimento de bagagem, onde o ar, gelado e seco, faz o que quiser com instrumentos de pinho.
E isso é só o voo. Depois dele, a bagagem é arremessada pra lá e pra cá pelos carregadores de bagagem — e depois é devolvida a mim em sua nova condição, nem tão boa.
Como já cantava a música, a United não se sensibilizou com o périplo do meu violão, então aqui começa a saga atrás de um reparador ou luhier.
Mas chega de falar de mim e dos meus problemas #ClasseMediaSofre. Vamos tentar evitar que o mesmo aconteça quando você voa com seu violão.

5 dicas de como levar seu violão no avião

  1. Reserve assentos na parte de trás da aeronave
Se você estiver voando em um avião menor, é provável que sua guitarra seja despachada (a não ser que você convença os comissários a deixarem você ocupar um bagageiro inteiro), mas, se for um avião maior, é capaz que consiga levar o instrumento como bagagem de mão.
Essas chances aumentam se você embarcar antes no avião. Se você reservar um lugar no fundo da aeronave, você vai entrar primeiro, correr para sua fileira, enfiar o violão no compartiment e se sentar rapidinho. Agora não é mais problema seu. Os outros que vão ter de encaixar sua bagagem ao redor do seu violão.
  1. Se te disserem que precisa despachar o violão, leve ele na mão assim mesmo
Se fingir de trouxa às vezes ajuda.Se te disserem na hora do check in que você precisará entregar seu violão assim que chegar à aeronave (para ele ser colocado no compartimento de carga), deixe que eles coloquem a etiqueta na alça do compartimento do violão. DEPOIS, ande com sua mão em cima da etiqueta. Se ninguém te parar, é só fazer que nem na dica de número 1. Mas, se pararem…
  1. Peça com educação aos comissários se eles podem guardar o violão no compartimento de casacos, na frente do avião
Seu violão é um item caro e frágil, e essencial para sua sobrevivência, certo? Explique isso muito educadamente aos comissários de bordo e pergunte se eles não podem fazer nada para acomodar melhor o instrumento. Você não vai conseguir muita coisa brigando, então fique sussa. Mas tente esgotar todas as possibilidades lógicas antes de deixar seu violão ser levado para o compartimento de bagagem.
  1. Pense nos pontos positivos e nos negativos de cases duros contra bolsas moles
Uma bolsa mole segurando seu instrumento? Num avião? Você está LOUCO!? Acredite se puder, mas algumas pessoas têm mais sorte quando levam seus instrumentos em bolsas moles — não porque elas protegem melhor, mas porque a fragilidade que um violão mostra ter numa bolsa mole pode sensibilizar a tripulação mais facilmente. Presumindo que você não esteja num avião pequeno, a bolsa mole te dá mais chances porque:
* aparenta ser menor aos olhos dos comissários (então é menos provável que seja etiquetada para ir no compartimento de bagagem)
* cabe mais facilmente no compartimento sobre sua cabeça
* se o compartimento sobre sua cabeça estiver lotado, cabe mais facilmente no armário na frente do avião
Entretanto, não há como negar que uma bolsa mole protege menos o instrumento. SE você for obrigado a dar a guarda do seu violão para os bagageiros, é claro que você preferirá que ele esteja num case duro. Um case firme e duro. Um case muito, muito, muito firme. Um case que permita jogar o violão de cima de um telhado no rio, e ele sobreviver. (É claro que o meu case não passou neste teste).
  1. Prepare seu violão para os “elementos”
Se você conseguir embarcar com seu violão, o número de interpéries que ele vai enfrentar é menor. A cabine é pressurizada e mantida numa temperatura humanamente viável. O ar é seco e bizarramente reciclado, mas se você tiver um umidificador para a guitarra e tomado seus tabletes de vitamina C, nao tem muito com o que se preocupar. Agora, se seu instrumento for lá embaixo, com as bagagens, mudanças súbitas em umidade e temperatura podem fazer um estragão nele.
Eu não tenho uma única recomendação para todos os tipos de violões e cases (algumas pessoas recomendam a afrouxar as cordas, de maneira a evitar tensão grande demais no braço do violão ou encher o oco da madeira com meias, jornal etc.)
Espero que essas dicas tenham te ajudado.